Depois de muito aprender, percebi
Eu não sei o que todos sabem
E o que eu sei ninguém sabe
Afinal, tudo que aprendi até aqui
É como ser eu, humano.
Travessia.
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domingo, 11 de outubro de 2009
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Trilogia da Libertação
ou Cansei dessa Vidinha Mais ou Menos ou Fome de Mundo.
Cansaço: Maldita Contra-Corrente!
Diz-me, sem máscara e com franqueza,
Quando foi a última vez em que sonhaste?
Quando foi que deixaste de viver
E passaste a levar a vida lutando
Contra os lugares em que ia,
Contra ti mesmo e
Contra a vida que se abria?
Medo: Suspiro Platonista
Bons mesmo eram aqueles dias
Quando uma só troca de olhares
Bastava pra fazer valer o dia.
Epifania: Empirismo Lifestyle
Segue tua vida sem rancor.
Segue.
E não te preocupas.
Fontes existem para serem bebidas
E frutos para serem devorados.
Não há sonho sem vida.
Pedro Prata - 27 de novembro de 2008
Cansaço: Maldita Contra-Corrente!
Diz-me, sem máscara e com franqueza,
Quando foi a última vez em que sonhaste?
Quando foi que deixaste de viver
E passaste a levar a vida lutando
Contra os lugares em que ia,
Contra ti mesmo e
Contra a vida que se abria?
Medo: Suspiro Platonista
Bons mesmo eram aqueles dias
Quando uma só troca de olhares
Bastava pra fazer valer o dia.
Epifania: Empirismo Lifestyle
Segue tua vida sem rancor.
Segue.
E não te preocupas.
Fontes existem para serem bebidas
E frutos para serem devorados.
Não há sonho sem vida.
Pedro Prata - 27 de novembro de 2008
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Ciranda em Vermelho
Ou Brincando de Gonzaguinha
Eu já tenho observado
Uma coisa muito triste
Esse povo é tão calado
Quando vê um dedo em riste
As pessoas já não falam
Ninguém entra em discussão
Já não sabem pr'onde andam
E só olham para o chão
Eu já tenho observado
Esse povo muito triste
Sendo sempre torturado
Pela luta que persiste
Uma luta que não acaba
Não vai nunca ter um fim
Só acaba essa diaba
Quando não disserem "sim"
E eu tenho observado
Com bastante indagação
Como pode ser guardado
Tão forte grito de NÃO
Dentro de tanto coração?
Tão linda rebelião
Dentro de tanto coração?
Tão sã indignação
Dentro de tanto coração?
Pedro Prata - 05 de julho de 2009
Eu já tenho observado
Uma coisa muito triste
Esse povo é tão calado
Quando vê um dedo em riste
As pessoas já não falam
Ninguém entra em discussão
Já não sabem pr'onde andam
E só olham para o chão
Eu já tenho observado
Esse povo muito triste
Sendo sempre torturado
Pela luta que persiste
Uma luta que não acaba
Não vai nunca ter um fim
Só acaba essa diaba
Quando não disserem "sim"
E eu tenho observado
Com bastante indagação
Como pode ser guardado
Tão forte grito de NÃO
Dentro de tanto coração?
Tão linda rebelião
Dentro de tanto coração?
Tão sã indignação
Dentro de tanto coração?
Pedro Prata - 05 de julho de 2009
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Trilogia a um amor que não foi...
ou "Grito aos tímidos desse país".
Sobre castanhas e sonhos
Ah, se eu pensasse com asa
Se o castanho do teus olhos
E as castanhas dos meus sonhos
Se encontrassem numa brasa...
- mas eles nem se vêem!
Nosso circo
Ah, cidade dos palhaços
Mundo grande e colorido
Só magia nesse espaço
Infinito,divertido
Fazer trança em seu cabelo
Quanto tempo para vê-lo!
A cor do nariz de palhaço
É a cor agora da minha cara
Haicai do P
Apesar dos penosos pesares
Proponho parar de parar
Podemos parear e pirar
Pedro Prata - Julho/2008
Após o vestibular, vem a arrumação. Folhas, apostilas, cadernos, folhas, provas, apostilas, folhas, livros, post-its, xerox, folhas, folhas, folhas e por aí vai. Reencontrando essas minhas saudosas papeladas, descobri que 2008 foi um ano muito produtivo para o meu eu lírico. Exemplo bacana é a Trilogia acima: encontrei a primeira no rodapé de um Simulado, a segunda num rodapé de uma prova de Português e a terceira ao lado de um dever de Geometria Analítica. Algumas folhas chegam ao ponto de terem mais manifestações artísticas do que exercícios feitos.

Vida mansa, à medida do possível
Coisas que acontecem, não me orgulho. Mas também não me arrependo. A arte é uma maneira de, enlouquecendo, não enlouquecer. Faria tudo de novo, só que dividindo melhor meu tempo.
...
Tá, talvez eu não faria tuudo de novo. Me arrependo muito só de uma coisa: ter dado tanta atenção para o meu lado tímido.
Sobre castanhas e sonhos
Ah, se eu pensasse com asa
Se o castanho do teus olhos
E as castanhas dos meus sonhos
Se encontrassem numa brasa...
- mas eles nem se vêem!
Nosso circo
Ah, cidade dos palhaços
Mundo grande e colorido
Só magia nesse espaço
Infinito,divertido
Fazer trança em seu cabelo
Quanto tempo para vê-lo!
A cor do nariz de palhaço
É a cor agora da minha cara
Haicai do P
Apesar dos penosos pesares
Proponho parar de parar
Podemos parear e pirar
Pedro Prata - Julho/2008
Após o vestibular, vem a arrumação. Folhas, apostilas, cadernos, folhas, provas, apostilas, folhas, livros, post-its, xerox, folhas, folhas, folhas e por aí vai. Reencontrando essas minhas saudosas papeladas, descobri que 2008 foi um ano muito produtivo para o meu eu lírico. Exemplo bacana é a Trilogia acima: encontrei a primeira no rodapé de um Simulado, a segunda num rodapé de uma prova de Português e a terceira ao lado de um dever de Geometria Analítica. Algumas folhas chegam ao ponto de terem mais manifestações artísticas do que exercícios feitos.
Vida mansa, à medida do possível
Coisas que acontecem, não me orgulho. Mas também não me arrependo. A arte é uma maneira de, enlouquecendo, não enlouquecer. Faria tudo de novo, só que dividindo melhor meu tempo.
...
Tá, talvez eu não faria tuudo de novo. Me arrependo muito só de uma coisa: ter dado tanta atenção para o meu lado tímido.
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